Cambridge IGCSE Portuguese - First Language 0504 — 2015 May/June Paper 1 · Variant 1

0504/11/M/J/15 · 50 marks · ≈56 min

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Answers below. Sit the paper first if you are practising.

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Paper as text

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This document consists of 5 printed pages, 3 blank pages and 1 insert. DC (NH) 95532/2 © UCLES 2015 [Turn over * 3 9 4 6 5 1 8 5 6 1 * FIRST LANGUAGE PORTUGUESE 0504/01 Paper 1 Reading May/June 2015 2 hours No Additional Materials are required. READ THESE INSTRUCTIONS FIRST An answer booklet is provided inside this question paper. You should follow the instructions on the front cover of the answer booklet. The instructions are also provided below in Portuguese. If you need additional answer paper ask the invigilator for a continuation booklet. Answer all questions. The number of marks is given in brackets [ ] at the end of each question or part question. PRIMEIRO LEIA ESTAS INSTRUÇÕES Dentro deste caderno de perguntas há um caderno de respostas. Siga as instruções dadas na capa do caderno de respostas. As instruções também são dadas abaixo em português. Se precisar de mais papel para as suas respostas, peça um caderno adicional de respostas ao supervisor do exame. Responda a todas as perguntas. O número de valores está indicado entre colchetes [ ] no fim de cada pergunta ou parte de pergunta. INSTRUÇÕES DO CADERNO DE RESPOSTAS Preencha os campos na capa do caderno de respostas usando letras maiúsculas. Escreva com uma caneta de tinta azul escura ou preta. NÃO ESCREVA EM NENHUM CÓDIGO DE BARRAS. Escreva as suas respostas no caderno de respostas. Use os dois lados da folha. Por favor, deixe duas linhas em branco entre as respostas para cada pergunta. Escreva o número da pergunta à qual está respondendo na primeira margem. Question Part 1 1 ai aii Se a pergunta à qual estiver respondendo for dividida em partes, por exemplo 1a, escreva a que parte se refere a sua resposta na segunda margem. Caso tenha usado um caderno adicional de respostas, por favor, coloque-o dentro do caderno de respostas. Cambridge International Examinations Cambridge International General Certificate of Secondary Education

Question paper, page 2

2 0504/01/M/J/15 © UCLES 2015 Leia o texto abaixo com atenção e responda às perguntas que se seguem. Primeiro texto Copa do Mundo 2014 – bênção ou maldição? A história das Copas do Mundo ensina que receber o torneio aumenta as chances de vitória da seleção que joga em casa. Nas últimas três décadas, porém, esse retrospecto vem sendo contrariado – só a França festejou a conquista de um Mundial como país-sede. Outro benefício atribuído à realização de uma Copa é o impulso no crescimento econômico da nação que acolhe a festa. Esse efeito positivo, no entanto, também provoca controvérsia: quando os lucros colhidos com o evento desaparecem, sobram as contas deixadas pelas obras monumentais exigidas pela Fifa1. Existe outro impacto que por sua vez não pode ser medido. Trata-se de um sentimento poderoso de confiança e orgulho nacional, que desperta na população um clima de euforia pela chance de desfilar o sucesso de seu país diante do resto do planeta. Depois do oceano de bandeiras tricolores que cobriu a Alemanha em 2006 e do rugido das vuvuzelas2 que uniu a África do Sul em 2010, o Brasil – lugar fascinado pelo futebol e especialista em fazer uma grande festa – foi escolhido para sediar a Copa do Mundo 2014. Durante as preparações, realizou-se em 2011 uma pesquisa de opinião, na qual brasileiros foram consultados sobre os preparativos do país e as sensações provocadas pela realização do torneio. Os resultados da sondagem foram absolutamente desastrosos e, o mais alarmante, era a dimensão do pessimismo. As amplas margens que separaram os porcentuais favoráveis e desfavoráveis da pesquisa não deixaram dúvidas: a 3 anos do início, a Copa de 2014 não cativava o torcedor, despertava temores sobre a imagem do brasileiro no exterior e provocava insatisfação por causa do gasto excessivo de dinheiro público nas obras. No entanto, os defensores argumentavam que o torneio traria empregos, aumentaria o fluxo turístico, promoveria a revitalização de áreas urbanas e garantiria investimentos de peso no país. Insistiam que a Copa dava ao Brasil a oportunidade de mostrar as suas virtudes ao resto do mundo e de se reinventar diante das outras nações, deixando para trás sua velha imagem do país de um futuro que nunca chega. Mas, os críticos não esqueciam promessas já quebradas. Quando o país foi escolhido para sediar o torneio, o governo tentou contornar as críticas pelo altíssimo gasto necessário para fazer um Mundial dizendo que todas as obras nos estádios seriam realizadas pela iniciativa privada ou através de parcerias com o poder público. Quando isto se mostrou impossível, começou o festival da gastança de verbas públicas. A reprovação foi ainda maior quando se despejou altas quantias de dinheiro para construir novos estádios em cidades que já tinham algum grande palco para jogos de futebol. Foi o que aconteceu em São Paulo, por exemplo – o Estádio do Morumbi poderia ser reformado, mas foi preterido para que o Corinthians3 recebesse dinheiro público para construir um novo estádio. Como os investimentos pareciam estar concentrados nos estádios, a população desconfiava que pouco sobraria da Copa como real benefício para o seu dia a dia, em termos de avanço na infraestrutura e segurança. 1 Federação Internacional de Futebol 2 corneta normalmente usada por t orcedores nos jogos de futebol na África do Sul 3 equipa/time de futebol brasileira

Question paper, page 3

3 0504/01/M/J/15 © UCLES 2015 [Turn over Além da corrupção e do gasto desnecessário de dinheiro público, outra grande preocupação do torcedor era o risco de que as obras não ficassem prontas a tempo. Os notórios atrasos no começo das reformas e construções ajudaram a consolidar esse temor e tornaram-se a grande dor de cabeça dos organizadores da Copa. No entanto, esse não era o principal foco de preocupação. Acostumados com uma rotina de atrasos e apertos nos aeroportos, os torcedores apontavam a aviação civil como o setor que mais provocava temores, seguido das falhas no transporte urbano e a questionável rede hoteleira. O ceticismo sobre a competência das autoridades na tarefa de organizar um Mundial já era de prever. Inesperado foi que num país absolutamente fascinado por tudo relacionado com futebol, a Copa provocasse tão pouca euforia entre os torcedores. Os megaeventos desportivos não são uma bênção, como querem seus promotores – Fifa, patrocinadores, mídia4 esportiva, governadores, etc. –, nem uma maldição, como sugerem certas críticas de senso comum. Mas, se deixarão algum legado efetivo, só o tempo dirá. 4 meios de comunicação desportivos 1 Agora responda em português às seguintes perguntas. Além dos vinte pontos para as respostas, cinco pontos estão disponíveis para a Qualidade da Língua das respostas. (a) Tradicionalmente, qual o país que normalmente vence as Copas do Mundo? [1] (b) De acordo com o texto, um dos benefícios de organizar a Copa “não pode ser medido”. Por quê? [2] (c) Quais as recordações que ficaram dos Mundiais de 2006 e 2010? [2] (d) Indique duas coisas pelas quais o Brasil é conhecido segundo o texto. [2] (e) De acordo com a pesquisa de opinião de 2011 como é que o povo brasileiro se sentia em relação à Copa de 2014? [3] (f) Em que áreas é que a Copa beneficiaria o Brasil? [3] (g) Por que razão é que o autor do texto se refere aos estádios como “grandes palcos”? [2] (h) Quais as áreas que causavam receio aos brasileiros antes do torneio começar? [3] (i) Quem acha que os megaeventos desportivos são uma bênção e quem os vê como uma maldição? [2] [Total: 20 + 5 = 25]

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4 0504/01/M/J/15 © UCLES 2015 Leia o texto abaixo e responda à pergunta que se segue. Segundo texto O impacto do Campeonato Europeu de Futebol de 2004 O Campeonato Europeu de Futebol (Euro) de 2004 teve lugar em Portugal. Ainda que, globalmente, o seu legado tenha sido superior ao que estava previsto, não deixa de ser importante refletir sobre algumas das suas consequências positivas e negativas, designadamente no plano do espírito anímico5 do povo português, da sua autoconfiança e da sua relação afetiva com o país. Mesmo em período de compreensível emoção nada me impediu de analisar a festa com racionalidade, até porque o campeonato decorreu em escassas semanas e os portugueses aqui permanecerão durante décadas. Devemos ver a árvore mas sem deixar de compreender a floresta. Para além dos efeitos imediatos foi interessante notar os impactos um pouco mais intemporais. Talvez os efeitos estruturais no comportamento português venham a revelar-se mais profundos que os factos imediatos. A curto prazo alguns impactos ficaram abaixo das expectativas. Por exemplo, no Algarve6 estava prevista a entrada de 50 mil russos, valor que se situou nos 8 mil, enquanto o número de turistas ingleses foi mesmo inferior ao do verão anterior. A questão do desperdício de dinheiros públicos na construção de estádios persistiu e foi enfatizada quando, depois de a maioria deles ser usada em dois ou três jogos, muitos retornaram à realidade de considerarem que uma boa afluência seria de uns milhares de adeptos por jogo, perante capacidades de ocupação de dezenas de milhar. Queria que tivéssemos ganho o campeonato, mas o futebol é apenas uma modalidade entre muitas. O negócio milionário que representa retira-lhe uma boa parte do significado genuinamente desportivo de muitas outras modalidades em que os praticantes fazem desporto em lugar de se tornarem máquinas comerciais de faturação de milhões. Durante anos ficou patente que se gastaram fortunas de dinheiro produzido com o suor dos trabalhadores, para apoiar a modalidade que menos necessita de dinheiro, para construir estádios que, em minha opinião, deveriam ter sido multifuncionais e preparados também para as grandes competições desportivas como o atletismo. Se os restantes desportistas portugueses dispusessem de uma pequena fração do apoio dedicado ao futebol, provavelmente seriam um povo de proeminência desportiva internacional, o que nos honraria. A Hungria é mais pobre que Portugal e tem uma população equivalente à portuguesa, mas já ganhou 443 medalhas olímpicas. Imagino que um Cristiano Ronaldo7 se esforce. Com os milhões que aufere é esse o seu trabalho, mais que o seu desporto. De resto, quantos portugueses não se tornariam em campeões olímpicos se recebessem como compensação do seu esforço uma fração do que Ronaldo ganha em apenas um mês da sua vida? 5 estado de espírito 6 região sul de Portugal que atrai muito turismo 7 famoso futebolista português

Question paper, page 5

5 0504/01/M/J/15 © UCLES 2015 A justificadíssima festa em torno do Euro 2004 não deixou de evidenciar que o povo português possui muitos desportistas “de bancada”. Mas tem muito poucos praticantes. E isso deve mudar. Ter desporto é ter muitos praticantes, não muitos espectadores. Essa é uma vulnerabilidade estratégica de Portugal, na economia, na política, no desporto e noutros domínios. Pouco após o fim do Euro 2004 entramos nas Olimpíadas. As cidades que acolheram os jogos em Portugal não deviam ter esperado que o mundo tivesse retido os seus nomes e as suas características. Mas no plano da imagem global de Portugal como país o Euro 2004 excedeu imensamente as expectativas. A qualidade da organização, a simpatia e o civismo dos portugueses e uma excelente campanha promocional do país deixaram uma marca que, mesmo que diluída a prazo, subsistirá a perceção coletiva que o mundo tem de Portugal. Todavia, talvez o mais notável legado deixado pelo Euro 2004 tenha sido algo imaterial, a projeção do orgulho de ser português, a erradicação da ridícula vergonha de exibir uma dose saudável de patriotismo, de atos simples como cantar o hino e ostentar a bandeira nacional. Sem chauvinismos nem arrogâncias, mas com serena auto-estima e com orgulho de se ser português, com uma consciência simultânea de cidadão global e de identidade nacional. Este foi o legado do Euro 2004 que, espero, os portugueses saibam cultivar e manter. 2 Como demonstram os dois textos, a organização de um megaevento desportivo cria sempre oportunidades, desafios e diferenças de opinião dentro de um país, com as pessoas do contra a serem muitas vezes denominadas de “anti-patriotas”. Identifique os aspetos positivos e negativos de organizar um campeonato desportivo e reflita sobre o seu impacto para o país e seus habitantes. Descreva se, na sua opinião, vale a pena apoiar este tipo de eventos ou não. Escreva cerca de 250 palavras. NÃO ESCREVA MAIS DE 300 PALAVRAS. [25]

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8 0504/01/M/J/15 © UCLES 2015 BLANK PAGE Permission to reproduce items where third-party owned material protected by copyright is included has been sought and cleared where possible. Every reasonable effort has been made by the publisher (UCLES) to trace copyright holders, but if any items requiring clearance have unwittingly been included, the publisher will be pleased to make amends at the earliest possible opportunity. To avoid the issue of disclosure of answer-related information to candidates, all copyright acknowledgements are reproduced online in the Cambridge International Examinations Copyright Acknowledgements Booklet. This is produced for each series of examinations and is freely available to download at www.cie.org.uk after the live examination series. Cambridge International Examinations is part of the Cambridge Assessment Group. Cambridge Assessment is the brand name of University of Cambridge Local Examinations Syndicate (UCLES), which is itself a department of the University of Cambridge.

Mark scheme, page 1

® IGCSE is the registered trademark of Cambridge International Examinations. CAMBRIDGE INTERNATIONAL EXAMINATIONS Cambridge International General Certificate of Secondary Education MARK SCHEME for the May/June 2015 series 0504 FIRST LANGUAGE PORTUGUESE 0504/01 Paper 1 (reading), maximum raw mark 50 This mark scheme is published as an aid to teachers and candidates, to indicate the requirements of the examination. It shows the basis on which Examiners were instructed to award marks. It does not indicate the details of the discussions that took place at an Examiners’ meeting before marking began, which would have considered the acceptability of alternative answers. Mark schemes should be read in conjunction with the question paper and the Principal Examiner Report for Teachers. Cambridge will not enter into discussions about these mark schemes. Cambridge is publishing the mark schemes for the May/June 2015 series for most Cambridge IGCSE®, Cambridge International A and AS Level components and some Cambridge O Level components.

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Page 2 Mark Scheme Syllabus Paper Cambridge IGCSE – May/June 2015 0504 01 © Cambridge International Examinations 2015 MARK SCHEME FOR QUESTION ONE Award marks for any combination answers up to the limit in square brackets Twenty marks. (a) Tradicionalmente, qual o país que normalmente vence as Copas do Mundo? O país responsável pela organização da Copa. [1] (b) De acordo com o texto, um dos benefícios de organizar a Copa “não pode ser medido”. Por quê? Porque não pode ser contabilizado, visto a olhos vivos; é uma forma de estar / um sentimento [2] (c) Quais as recordações que ficaram dos Mundiais de 2006 e 2010? As bandeiras tricolores e as vuvuzelas. [2] (d) Indique duas coisas pelas quais o Brasil é conhecido segundo o texto. Lugar fascinado pelo futebol e especialista em fazer uma grande festa. [2] (e) De acordo com a pesquisa de opinião de 2011 como é que o povo brasileiro se sentia em relação à Copa de 2014? Os brasileiros não se sentiam cativados pela Copa, temiam a sua imagem no exterior e sentiam-se insatisfeitos por causa do gasto excessivo de dinheiro público nas obras. [3] Refuse: insatisfação, temores e gastos excessivos (substantivos). (f) Em que áreas é que a Copa beneficiaria o Brasil? Em termos de emprego, turismo, obras e investimento. [3] (g) Por que razão é que o autor do texto se refere aos estádios como “grandes palcos”? Porque um jogo de futebol é visto como um espetáculo; é onde a ação acontece. [2] (h) Quais as áreas que causavam receio aos brasileiros antes do torneio começar? A corrupção, o gasto desnecessário de dinheiro público, o risco de que as obras não ficassem prontas a tempo, os atrasos e apertos nos aeroportos, as falhas nos transportes urbanos e a questionável rede hoteleira [3]. (i) Quem acha que os megaeventos desportivos são uma bênção e quem os vê como uma maldição? Os promotores acham que são uma bênção e certos críticos de senso comum acham que são uma maldição. [2] PLUS 5 marks for Accuracy of Language Accuracy of Language 5 (Excellent) Clear, carefully chosen language with complex syntax where appropriate. Varied, precise vocabulary. Hardly any or no technical errors. 4 (Good) Clear, appropriate language. Appropriate vocabulary. Few technical errors. 3 (Adequate) Language generally appropriate, but unsophisticated and generally simple syntax. Adequate vocabulary. Some technical errors.

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Page 3 Mark Scheme Syllabus Paper Cambridge IGCSE – May/June 2015 0504 01 © Cambridge International Examinations 2015 2 (Weak) Unsophisticated language, not always appropriate. Very simple syntax with some clumsiness. Thin vocabulary. A number of technical errors. 1 (Poor) Thin, inappropriate use of language. Confuse and obscure. Many errors. [Total: 20 + 5 = 25] MARK SCHEME FOR QUESTION TWO 2. Como demonstram os dois textos, a organização de um megaevento desportivo cria sempre oportunidades, desafios e diferenças de opinião dentro de um país, com as pessoas do contra a serem muitas vezes denominadas de “anti-patriotas”. Identifique os aspectos positivos e negativos de organizar um Euro ou Copa do Mundo e reflita sobre o seu legado para o país e seus habitantes. Descreva se, na sua opinião, vale a pena apoiar este tipo de eventos ou não. Escreva cerca de 250 palavras. NÃO ESCREVA MAIS DE 300 PALAVRAS. [25] 15 marks are available for Reading: each relevant point extracted by the candidate from the text is ticked. A mark is awarded for each tick up to a maximum of fifteen points. Aspectos positivos Aspectos negativos Legado Criação de empregos; O custo poderia ser destinado ao suprimento de algumas necessidades básicas que o país necessita, tais como: saúde, educação, segurança... Ampliação dos aeroportos; Ampliação da receita nacional; Infraestruturas como aeroportos, transporte público, rodovias; Planeamento da segurança pública; A rede hoteleira não está preparada; Melhorias nas estradas; Divulgação do país no exterior Atrasos nas obras; Desenvolvimento dos transportes públicos como autocarros e metro. Divulgação dos atractivos turísticos, especialmente fora das grandes cidades; Corrupção e abusos financeiros, desvios de recursos e favoritismos. Desenvolvimento da rede hoteleira. Obras e melhorias por exemplo: transporte nas cidades-sede; Vergonha nacional; Muitos estádios, mas vazios; Orgulho nacional/relação afectiva com o país; auto- Estádios não são multifuncionais.

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Page 4 Mark Scheme Syllabus Paper Cambridge IGCSE – May/June 2015 0504 01 © Cambridge International Examinations 2015 confiança; Investimento em recursos humanos, tecnológicos e financeiros na segurança pública/ redução da criminalidade. 10 marks are available for Writing: 5 marks for Style and Organisation plus 5 marks for Accuracy of Language Style and Organisation 5 (Excellent) Excellent expression and focus with assured use of own words. Good summary style with orderly grouping of ideas; excellent linkage. Answer has sense of purpose. 4 (Good) Good expression in recognisable summary style. Attempts to focus and to group ideas; good linkage. 3 (Adequate) Satisfactory expression in own words. Reasonaly concise with some sense of order. Occasional lapses of focus. 2 (Weak) Limited expression but mostly in own words. Some sense of order but little sense of summary. Tendency to lose focus (e.g. by including some anedocte); thread not always easy to follow. 1 (Poor) Expression just adequate; maybe list-like. Considerable lifting; repetitive. Much irrelevance.

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Page 5 Mark Scheme Syllabus Paper Cambridge IGCSE – May/June 2015 0504 01 © Cambridge International Examinations 2015 + Accuracy of Language 5 (Excellent) Clear, carefully chosen language with complex syntax where appropriate. Varied, precise vocabulary. Hardly any or no technical errors. 4 (Good) Clear, appropriate language. Appropriate vocabulary. Few technical errors. 3 (Adequate) Language generally appropriate, but unsophisticated and generally simple syntax. Adequate vocabulary. Some technical errors. 2 (Weak) Unsophisticated language, not always appropriate. Very simple syntax with some clumsiness. Thin vocabulary. A number of technical errors. 1 (Poor) Thin, inappropriate use of language. Confuse and obscure. Many errors. [Total: 15 + 10 = 25]

What you needed in this session

Cambridge’s own grade thresholds for 2015 May/June, Paper 1 · Variant 1. A higher threshold means an easier paper — the bar moves with how the cohort did.

A36/50
B31/50
C26/50
D21/50
E17/50
F12/50
G7/50