Cambridge IGCSE Portuguese - First Language 0504 — 2011 May/June Paper 1 · Variant 1
0504/11/M/J/11 · 50 marks · ≈56 min
The question paper and its mark scheme, free to read here and free to download. This is Cambridge’s own paper, exactly as it was sat.
Question paper8 pages








Mark scheme5 pages
Answers below. Sit the paper first if you are practising.





Paper as text
Question paper, page 1
* 9 3 1 1 8 8 9 4 7 3 * This document consists of 5 printed pages and 3 blank pages. DC (AC) 40385/5 © UCLES 2011 [Turn over UNIVERSITY OF CAMBRIDGE INTERNATIONAL EXAMINATIONS International General Certificate of Secondary Education READ THESE INSTRUCTIONS FIRST If you have been given an Answer Booklet, follow the instructions on the front cover of the Booklet. Write your Centre number, candidate number and name on all the work you hand in. Write in dark blue or black pen. Do not use staples, paper clips, highlighters, glue or correction fluid. Answer all questions. At the end of the examination, fasten all your work securely together. The number of marks is given in brackets [ ] at the end of each question or part question. PRIMEIRO LEIA ESTAS INSTRUÇÕES Se lhe tiverem dado um caderno de respostas, siga as instruções dadas na primeira página. Escreva o número do seu Centro, o número de candidato e o seu nome na frente de todo o trabalho que apresentar. Escreva com uma caneta de tinta azul escura ou preta. Não utilize grampos/agrafos, clipes/prende-papéis, marcador fluorescente, cola ou líquido corretivo. Responda a todas as perguntas. No fim do exame, junte todo o seu trabalho duma maneira segura. O número de valores está indicado entre colchetes [ ] no fim de cada pergunta ou parte de pergunta. FIRST LANGUAGE PORTUGUESE 0504/01 Paper 1 Reading May/June 2011 2 hours Additional Materials: Answer Booklet/Paper www.XtremePapers.com
Question paper, page 2
2 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 Leia os dois textos abaixo com atenção e responda às perguntas que se seguem. Primeiro texto OS CONTADORES DE HISTÓRIAS Maurício Leite trabalha com livros e promoção da leitura há mais de 25 anos. Natural do Mato Grosso, Brasil, dedicou-se primeiro ao povo da sua terra, alfabetizando adultos e escrevendo as suas cartas. Desde jovem que dava notícias de mortes, nascimentos, casamentos, separações. O seu primeiro emprego como docente numa escola correu ‘mal’. “Eu era péssimo! Só ensinava a ouvir música e a ler. Quando o ano lectivo acabou, a direção chamou-me para uma conversa. Pensei que me mandavam embora, mas fiquei surpreendido quando me deram uma sala para desenvolver a leitura com os alunos.” Nessa altura, Maurício chegou a uma conclusão: a convivência entre livros e crianças não leva ao acto da leitura, é preciso mediar essa relação. Mais tarde, Maurício criou o projeto das Malas de Leituras e trouxe-o para países como Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé. O projeto consiste, entre outras coisas, em contar histórias às crianças locais. Quando vai para uma aldeia indígena, leva na mala histórias de índios e de mitos. Quando vai para uma aldeia angolana sem água canalizada, leva histórias que ‘levem os meninos para longe dali’. “Sempre preferi levar livros onde não há concorrentes, onde o livro é a única janela que se abre”, confessa ele. Outro objectivo do projeto é dar formação a adultos, para que mantenham o projeto de pé quando ele partir. Por vezes, os adultos são os mais reativos: “Dizem-me zangados: ‘Livro é caro e o governo não dá.’ Eu respondo: ‘E esse sapato, o governo deu?’ O português do Brasil tem umas 300 mil palavras. Uma pessoa média usa 3000. Outra de um meio pobre usa 750. Se você fala 750 e eu 3000, eu tenho poder sobre você. Há pessoas impedidas de estudar, mas ninguém está impedido de ser culto.” Em Tentúgal, Portugal, há um contador de histórias – José Craveiro – que não precisou de viajar. Nem sequer se serve de livros. Trabalha com histórias que ninguém se deu ao fôlego de escrever mas que passam de avós para netos por um canal direto, privado e coletivo – a tradição oral. Craveiro vem de uma família de mulheres que foram grandes narradoras. A bisavó materna, filha de ricos que, por amar quem não devia, saiu sem nada da casa dos pais, contava as suas aventuras; os avós paternos, ‘dos mais pobres da freguesia’, cujos serões à volta da lareira lhe despertaram o gosto por ouvir o que os mais velhos dos velhos tinham para contar. Quando deu por ele, contava histórias da terra e contos tradicionais. Hoje, Craveiro conta em escolas e bibliotecas dentro e fora de Tentúgal. Mas há quem tenha encontrado a sua raiz de contador na tradição oral sem ter nascido numa aldeia, sem avós que lhe passassem o testemunho. É o caso de António Fontinha, o primeiro narrador profissional de Portugal. Antes de uma sessão de contos para os filhos das reclusas da cadeia de Tires, encontrámo-lo num café a escrevinhar1 em folhas amarelas. E ele tem um repertório imenso, adaptável a muitas realidades, baseado num trabalho pessoal de recolha que começou há 15 anos, quando viajou pelas províncias a ouvir os contos pela boca dos idosos nas aldeias. Fontinha estudou para ser ator. Porém, a incerteza de um meio pouco apoiado levou-o a procurar outras fontes de sustento, Como tinha facilidade em lidar com crianças, nos anos 90 iniciou um trabalho nos Centros Educativos, que acolhiam crianças de rua por ordem do tribunal. Uma vez, um deles pediu-lhe que contasse uma história. “Ficaram 20 minutos a ouvir. Isso era uma coisa muito rara. E na semana seguinte percebi que só falavam disso”, lembra. Para Fontinha, representou a certeza de que contar era algo que sabia fazer bem. A agenda cheia deve muito à preparação e ao estudo. Há sempre 60 contos no seu extenso repertório que estão ‘no ativo’. “Mas os repertórios são dinâmicos. As histórias entram e saem.” 1 rabiscar (br.)
Question paper, page 3
3 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 [Turn over 1 Agora responda em português às seguintes perguntas. Além dos vinte pontos para as respostas, cinco pontos estão disponíveis para a qualidade da língua das respostas. (a) Onde nasceu Maurício Leite? [1] (b) Antes de trabalhar como professor, a que se dedicava Maurício? [2] (c) Indique o resultado da “conversa” com a direção da escola e aponte duas razões pelas quais Maurício ficou surpreso. [3] (d) O que é que Maurício quer dizer com histórias que “levem os meninos para longe dali”? [1] (e) Por que é que o projeto de Maurício se chama ‘Malas de Leitura’ e quais são os seus objetivos? [3] (f) Qual a reação mais típica dos adultos e porquê? [2] (g) A tradição oral é descrita como um canal direto. Porquê? [1] (h) Quem criou em José Craveiro o gosto de narrar? [2] (i) Que tipo de histórias contava José Craveiro? [2] (j) Como foi criado o repertório de histórias de António Fontinha? [1] (l) Por que é que António Fontinha desistiu da profissão de ator? [1] (m) O que o levou a trabalhar como narrador profissional? [1] [Total: 20 + 5 = 25]
Question paper, page 4
4 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 Agora leia o texto abaixo e responda à pergunta que se segue. Segundo texto O X DA QUESTÃO: INCENTIVAR A LEITURA É FUNDAMENTAL Correr os olhos pelos livros dispostos numa prateleira, escolher um deles e dirigir-se à poltrona mais próxima, seja na biblioteca, na livraria ou na sala de casa. À medida que as páginas são viradas, o leitor se vê transportado para uma espécie de realidade paralela – um mundo inteiramente novo, repleto de descobertas, encantamento e diversão. Pouco importa se quem lê é criança, jovem ou adulto. Menos ainda se o que está sendo lido é poesia, romance ou um livro de autoajuda. O que realmente interessa é a cumplicidade entre o leitor e a obra, alicerçada no prazer que só a leitura é capaz de proporcionar. Ler por prazer é o X da questão. Há quem leia, por exemplo, apenas para se informar. Trata-se de um hábito mais que saudável, a ser preservado e disseminado, e de suma importância na chamada ‘sociedade da informação’ em que vivemos. Mas ele não necessariamente irá transformar você num apaixonado pela palavra escrita. Da mesma forma, a leitura para estudar, parte da rotina nas salas de aula, tem suas funções pedagógicas, mas não faz despertar a paixão pela literatura. Quem descobre prazer numa obra literária nunca mais pára de ler. O papel da escola é fundamental nesse processo. E quem melhor que o professor para despertar em seus alunos o prazer da leitura? São muitas as atividades que podem ser desenvolvidas em sala de aula com esse objetivo. “Promover um debate, por exemplo, para discutir cenas ou situações presentes num livro que acaba de ser lido pela turma é uma prática importante e muitas vezes esquecida”, afirma a educadora Maria José Nóbrega. O problema é que o profissional de educação nem sempre conta com os recursos necessários para concretizar essas atividades, ou simplesmente não sabe como implementá-las. Quando a escola não cumpre esse papel, ganham relevância os inúmeros projetos de fomento à leitura espalhados pelo Brasil. Como muitos países em desenvolvimento, o país sofre com deficiências no ensino público e com o alto índice de analfabetos funcionais, por isso qualquer iniciativa que vise a transformar brasileiros em leitores é extremamente bem-vinda. Segundo a Câmara Brasileira do Livro, cada brasileiro lê pouco mais de dois livros por ano. Na Inglaterra, estima-se que a média seja de 4,9. Outro dado preocupante: por aqui, o tempo médio dedicado à leitura não passa de 5,5 horas por semana, enquanto na India – um país em desenvolvimento cuja situação econômica é semelhante à do Brasil – a média é quase o dobro. Outro fator que ajuda a explicar os índices precários de leitura é a falta de bibliotecas públicas. No entanto, construir bibliotecas e enchê-las de livros não significa resolver o problema. É preciso prepará- las para atingir seus objetivos, entre os quais destaca-se o de incentivar a leitura entre crianças, jovens e adultos. “Nos últimos 15 anos, passámos a encontrar livros em maior quantidade nas bibliotecas”, afirma a secretária-geral de uma organização que desenvolve a leitura. “O problema é que, em muitos países, a rede de bibliotecas públicas é muito frágil. O sistema não foi informatizado, não há espaços planejados1 para os pequenos, os livros são antigos e não há renovação anual do acervo.” Felizmente, nos últimos anos, algumas ações capitaneadas pelo poder público, pela iniciativa privada e por entidades do terceiro setor vêm ajudando a reverter essa situação e a despertar a leitura. Por exemplo, no Brasil, o Plano Nacional do Livro e Leitura, um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos implementado pelo governo federal, com a participação da sociedade civil, tem como objetivo levar a leitura para o dia a dia do brasileiro. Também contribuem as badaladas feiras literárias espalhadas pelo Brasil. À frente de uma verdadeira revolução silenciosa, que raramente vira notícia, projetos de incentivo à leitura formam e multiplicam mediadores de leitura em todo o Brasil, muitas vezes atuando em regiões carentes e em localidades de difícil acesso. E mais: criam bibliotecas comunitárias, facilitam o acesso aos livros, promovem encontros com escritores… Enfim, transformam milhares de crianças, jovens e adultos em leitores. 1 planeados (pt.)
Question paper, page 5
5 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 2 Os benefícios da leitura são incontáveis. No entanto, o índice de leitura entre os jovens é em geral baixo. Considerando os diferentes pontos referidos nos dois textos, explique porque ler é fundamental e descreva as razões pelas quais se lê tão pouco. Explique também como o hábito da leitura pode ser incentivado pelos pais e professores. Escreva cerca de 250 palavras. NÃO ESCREVA MAIS DE 300 PALAVRAS. [25]
Question paper, page 6
6 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 BLANK PAGE
Question paper, page 7
7 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 BLANK PAGE
Question paper, page 8
8 0504/01/M/J/11 © UCLES 2011 BLANK PAGE Copyright Acknowledgements: Question 1 © adapted: Luciana Leiderfarb; Narrar para que o mundo (não) mude, Revista Única, Expresso; 16 January 2010. Question 2 © adapted: Fred Linardi (with collaboration from Eduardo Lima); O X da questão: incentivar a leitura é fundamental; Nova Escola; Editori Abril; July 2008; http://revistaescola.abril.com.br/língua-portuguesa/prática-pedagógica/x-questao-4238… 11 July 2010. Permission to reproduce items where third-party owned material protected by copyright is included has been sought and cleared where possible. Every reasonable effort has been made by the publisher (UCLES) to trace copyright holders, but if any items requiring clearance have unwittingly been included, the publisher will be pleased to make amends at the earliest possible opportunity. University of Cambridge International Examinations is part of the Cambridge Assessment Group. Cambridge Assessment is the brand name of University of Cambridge Local Examinations Syndicate (UCLES), which is itself a department of the University of Cambridge.
Mark scheme, page 1
UNIVERSITY OF CAMBRIDGE INTERNATIONAL EXAMINATIONS International General Certificate of Secondary Education MARK SCHEME for the May/June 2011 question paper for the guidance of teachers 0504 FIRST LANGUAGE PORTUGUESE 0504/01 Paper 1 (Reading), maximum raw mark 50 This mark scheme is published as an aid to teachers and candidates, to indicate the requirements of the examination. It shows the basis on which Examiners were instructed to award marks. It does not indicate the details of the discussions that took place at an Examiners’ meeting before marking began, which would have considered the acceptability of alternative answers. Mark schemes must be read in conjunction with the question papers and the report on the examination. • Cambridge will not enter into discussions or correspondence in connection with these mark schemes. Cambridge is publishing the mark schemes for the May/June 2011 question papers for most IGCSE, GCE Advanced Level and Advanced Subsidiary Level syllabuses and some Ordinary Level syllabuses. www.XtremePapers.com
Mark scheme, page 2
Page 2 Mark Scheme: Teachers’ version Syllabus Paper IGCSE – May/June 2011 0504 01 © University of Cambridge International Examinations 2011 1 (a) Onde nasceu Maurício Leite? [1] Em Mato Grosso, Brasil. (1) (b) Antes de trabalhar como professor, a que se dedicava ele? [2] Alfabetizava adultos (1) e redigia as cartas de quem não sabia escrever. (1) Ensinava os adultos a ler. (c) Indique o resultado da “conversa” com a direcção da escola e aponte duas razões pelas quais Maurício ficou surpreso? [3] O resultado da conversa foi terem-lhe dado uma sala para desenvolver a leitura com os alunos (1) e as razões para ter ficado surpreso foi porque pensava que ia ser despedido (1) e porque só ensinava a ouvir música e a ler.(1) (d) O que é que Maurício quer dizer com histórias que “levem os meninos para longe dali”? [1] Histórias ficcionais/de fantasia que fazem os meninos esquecer a sua dura realidade (1). pensar num futuro melhor esquecer a miseria das suas vidas. (e) Por que é que o projecto de Maurício se chama “Malas de Leitura” e quais são os seus objectivos? [3] Chama-se Malas de Leitura porque ele leva os livros de terra em terra (1). Os objectivos são: contar histórias às crianças locais (1) e dar formação a adultos (1). (f) Qual a reacção mais típica dos adultos e porquê? [2] Os adultos ficam zangados (1) porque consideram os livros um luxo e não uma necessidade básica (1). Os livros são caros. (g) A tradição oral é descrita como um canal directo. Porquê? [1] Porque o contador das histórias e o(s) seu(s) ouvinte(s) estão no mesmo lugar e comunicam sem intermediários (1). (h) Quem criou em José Craveiro o gosto de narrar? [2] A sua bisavó materna (1) e os avós paternos (1). (i) Que tipo de histórias contava José Craveiro? [2] Histórias da terra (1) e contos tradicionais (1).
Mark scheme, page 3
Page 3 Mark Scheme: Teachers’ version Syllabus Paper IGCSE – May/June 2011 0504 01 © University of Cambridge International Examinations 2011 (j) Como foi criado o repertório de histórias de António Fontinha? [1] Através de um trabalho pessoal de recolha que começou há 15 anos, quando viajou pelas províncias a ouvir os contos pela boca dos idosos nas aldeias. (1) (l) Por que é que António Fontinha desistiu da profissão de actor? [1] Por causa da incerteza de um meio pouco apoiado financeiramente.(1) (m) O que o levou a trabalhar como narrador profissional? [1] A facilidade que tinha em fazer as crianças ouvir as suas histórias, especialmente as crianças problemáticas. (1) Tinha geito para contar histórias as crianças da rua. PLUS 5 marks for Accuracy of Language Accuracy of Language 5 (Excellent) Clear, carefully chosen language with complex syntax where appropriate. Varied, precise vocabulary. Hardly any or no technical errors. 4 (Good) Clear, appropriate language. Appropriate vocabulary. Few technical errors. 3 (Adequate) Language generally appropriate, but unsophisticated and generally simple syntax. Adequate vocabulary. Some technical errors. 2 (Weak) Unsophisticated language, not always appropriate. Very simple syntax with some clumsiness. Thin vocabulary. A number of technical errors. 1 (Poor) Thin, inappropriate use of language. Confused and obscure. Many errors. [Total: 20 + 5 = 25]
Mark scheme, page 4
Page 4 Mark Scheme: Teachers’ version Syllabus Paper IGCSE – May/June 2011 0504 01 © University of Cambridge International Examinations 2011 2 OS benefícios da leituira são incontáveis. No entanto, o índice de leitura entre os jovens é em geral baixo. Considerando os differentes pontos referidos nos dois textos, explique porque ler é fundamental e descreva as razões pelas quais se lê tão pouco. Explique também como o hábito da leitura pode ser incentivado pelos pais e professores. [25] Escreva cerca de 250 palavras. NÃO ESCREVA MAIS DE 300 PALAVRAS. 15 marks are available for Reading: each relevant point extracted by the candidate from the text is ticked. A mark is awarded for each tick up to a maximum of fifteen points. • Por que ler é fundamental – desenvolve intelectualmente e aumenta os conhecimentos – dá asas à imaginação – desenvolve a capacidade de pensar, refletir e argumentar – desenvolve ideias – enriquece o vocabulário e ajuda com a escrita – desenvolve um pensamento crítico • Razões pelas quais se lê tão pouco: – a concorrência com actividades mais dinâmicas, a magia dos computadores e da internet e outras tecnologias – a preguiça – a falta de incentivo na infância – a obrigação de ler determinados livros porque fazem parte do currículo – analfabetismo • Como o hábito da leitura pode ser incentivado pelos pais e professores: – começar nos primeiros anos e antes da entrada da criança na escola – estabelecer contacto direto do público com o escritor – a família ter um papel fundamental na formação de leitores – pais que levam os filhos a livrarias e outros espaços culturais onde o livro está presente. – ler histórias para crianças ainda não alfabetizadas – inserir o hábito de ler na rotina – construir bibliotecas – promover oportunidades de troca de experiências e informações dos livros lidos, no ambiente escola – ler em voz alta para os filhos – dar livros de presente – pedir aos filhos/alunos para ler e contar-lhe o que leram.
Mark scheme, page 5
Page 5 Mark Scheme: Teachers’ version Syllabus Paper IGCSE – May/June 2011 0504 01 © University of Cambridge International Examinations 2011 10 marks are available for Writing: 5 marks for Style and Organisation plus 5 marks for Accuracy of Language. Style and Organisation 5 (Excellent) Excellent expression and focus with assured use of own words. Good summary style with orderly grouping of ideas; excellent linkage. Answer has sense of purpose. 4 (Good) Good expression in recognisable summary style. Attempts to focus and to group ideas; good linkage. 3 (Adequate) Satisfactory expression in own words. Reasonably concise with some sense of order. Occasional lapses of focus. 2 (Weak) Limited expression but mostly in own words. Some sense of order but little sense of summary. Tendency to lose focus (e.g. by including some anecdote); thread not always easy to follow. 1 (Poor) Expression just adequate; maybe list-like. Considerable lifting; repetitive. Much irrelevance. Accuracy of Language 5 (Excellent) Clear, carefully chosen language with complex syntax where appropriate. Varied, precise vocabulary. Hardly any or no technical errors. 4 (Good) Clear, appropriate language. Appropriate vocabulary. Few technical errors. 3 (Adequate) Language generally appropriate, but unsophisticated and generally simple syntax. Adequate vocabulary. Some technical errors. 2 (Weak) Unsophisticated language, not always appropriate. Very simple syntax with some clumsiness. Thin vocabulary. A number of technical errors. 1 (Poor) Thin, inappropriate use of language. Confused and obscure. Many errors. [Total: 15 + 10 = 25]
What you needed in this session
Cambridge’s own grade thresholds for 2011 May/June, Paper 1 · Variant 1. A higher threshold means an easier paper — the bar moves with how the cohort did.